Confusões que a minha mente cria!

Para Marília Ardigo da Costa.

Na contradição das falas de um bêbado encontra-se a verdade da alma de uma criança que ainda Não sabe oque quer.
na viagem de um jovem alucinado vejo um espirito clamando por liberdade.
Crianças que balbuciam que podem beber mais que as outras, na verdade são orfãs do mundo e reféns de seus "vicios".
No som junta os corpos em um rito semi-sexual
Os braços se multiplicam, as pernas se guiam conforme a "batida"
- Uma cerveja que hoje é dia!
e assim se foram litros de horas...
a fumaça do cigarro lava minh'alma e me tras a imagem de uma lua que, por vergonha, se esconde entre nuvens.
lembro-me de um inverno não muito distante em que fiz juras de amor eterno
A eternidade alcoolica é menor que se pensa.
E hoje?
Hoje sou contente por ver em teus olhos a paz de um lirio que enfeita um precipicio...
Desconhecidos me apresentam conhecidos...
Um ar de poesia me permeia,
o guardanapo vira caderno enquanto o caneta faz seu papel habitual...
a lua se rende ao calor do sol e a noite morre
"os insetos interiores desarcordam"
[...]
"acredito que sejas uma garota que espera muito do futuro e que ja teve más impressões do passado"
foi o que te disse, mas na verdade posso falar muito mais.

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