A cidade é meu campo de sobrevivencia.
O transporte nada coletivo, em um segundo, se torna minha carruagem real.
E como não lembrar do velho caderno de anotações que se faz sacro confessionário de meus poemas, hinos de louvor às dores de minha vida noturna na longínqua Ilha da Solidão.
E o brilho fosco do olhar da criança, ou da minha criança, que se vendo por alimentos mentais?
"O Pais está cheio de inimigos!"Mas o maior de todos em mim habita.
E assim sou eu, o não poeta, não magro, não correto, o não eu.
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