Crepusculo Mental
Parado no meu quarto assistindo ao pôr-do-sol, eu e meu caderno de rascunhos estávamos a trabalhar relutantemente em alguma coisa que não sabíamos o que era. “Sabe como é quanto mais pensamos em nos aproximar, mais nós pensamos nos problemas que isso nos trará...”, “são nesses momentos que vejo o quão amigo é o meu caderno ele me entende e guarda sempre tudo que lhe conto.” Por vezes me vejo pensando nela... Será que era realmente a pessoa certa?”ora todos nós nos questionamos sobre o que achamos certo, mais será que realmente chegamos às conclusões certas? Olho para o lado e vejo que tenho ainda alguns cigarros na carteira e eles me são bem sugestivos, a fumaça que se auto -exortava do meio de uma brasa ardente era o que faltava de inspiração, durante alguns muitos e rápidos minutos a caneta se movia com destreza sobre-humana e a cada vez que eu pensava uma palavra já haviam três escritas.” Talvez ela tenha me servido de alguma coisa”, não me sentia mais como um simples objeto criado apenas enterrar solidões noturnas me via como a única forma de salva-la da solidão que é fria, machuca, e faz sofrer. “Nossa vivencia até teria sido duradoura se não fosse pela sua carencia afetivadela e minha ausência de didática.”, meus olhos já estavam vazando. “Tolo!” já estava me desesperando só de pensar em não poder mais beijá-la e não mais sentir seu corpo junto ao meu. Talvez seja melhor esquecer, talvez seja melhor sair com alguém que me entenda ou simplesmente alguém que me queira só por uma noite.De fato não conseguiria esquecê-la tão fácil mais de uma coisa eu tinha certeza eu também não saíria da cabeça dela tão cedo.
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